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11/10/2017

Banese sobe 5 posições entre melhores do país; é 4° entre os 20 mais em rentabilidade

O Banco do Estado de Sergipe - Banese - possivelmente seja a instituição da vida sergipana com o maior grau de interlocução ou de interatividade com a sergipanidade, com o povo do lugar.

Isso se ele for julgado por um dos seus indicativos, que é muito simbólico, e caro, para uma instituição bancária: o número de contas correntes que tem. São nada menos do 557 mil correntistas.

Soltos assim, esses números podem até não dizer muita coisa. Mas na moldura do total da população sergipana, que hoje é de pouco mais de 2,2 milhões de habitantes, esses correntistas passam a ser cerca de um quarto da comunidade.

Se a análise for feita sobre o número de sergipanos economicamente ativos, aí a importância da instituição Banese sai da calha e vira algo de espantosa significação. Talvez isso justifique o fato de ano a ano ele vir crescendo entre as instituições bancárias brasileiras.

REVISTA VALOR 1000
Banese é o quarto entre os 20 médios e pequenos bancos brasileiros com melhor rentabilidade operacional.

“Para nós, este quantitativo de correntistas é uma demonstração da confiança que o banco tem junto à população. Nós somos líderes no mercado de captação de depósitos. Nós lideramos a aplicação comercial, porque nossos índices de rentabilidade superam os 20% ao ano”, diz Fernando Mota, o presidente.

No último levantamento feito pela Revista Valor 1000, do jornal Valor Econômico, aferindo o desempenho das instituições bancárias no Brasil, o Banese deu um passada alta e seu moveu positivamente cinco posições. Ele saiu de 62° para o 57° lugar entre os 100 maiores do país.

“Esse dado, para uma instituição bancária, é de muita valia. Revela profunda significação da sua inserção no mercado, independentemente de em que Estado essa instituição esteja situada”, diz Fernando Mota. Mas não ficou só nisso.

Segundo a mesma Revista Valor 1000, o Banese é o quarto entre os 20 médios e pequenos bancos brasileiros com melhor rentabilidade operacional. “Isso é efeito do fato de a nossa rentabilidade chegar àqueles cerca dos 20% ao ano de que falei”, reforça Mota.

 INSTITUTO BANESE E MUSEU DA GENTE SERGIPANA
Apoiam 14 frentes de atividades sergipanas, que vão desde pesquisa em tecnologia e inovação, passando pela Apae e a U.T. Riso

Mas esses são apenas dois indicadores do peso e da importância do Banese para os sergipanos - um banco entre cinco estaduais a resistir à privatização. Os demais são os dos Estados do Rio Grande do Sul, Pará, do Espírito Santo e Brasília.

Como se numa visão de quem devesse devolver aos sergipanos toda essa acolhida, o Banese não é avaro em presença social, em relacionamento com a sergipanidade.

Através do Instituto Banese e do Museu da Gente Sergipana, ele apoia 14 frentes de atividades sergipanas, que vão desde pesquisa em tecnologia e inovação, passando pela Apae e a U.T. Riso - Unidade de Terapia do Riso - e uma série de atividades culturais e esportivas. São 18 mil pessoas atendidas através das entidades apoiadas.

LUCRO
“Nosso lucro em 2016 foi de R$ 65 milhões”, diz Fernado Mota 

Para ser tudo isso, o Banese apresentou um saldo no primeiro semestre deste ano de R$ 1,4 bilhão para consumo diretos das famílias e R$ 552 milhões para desenvolvimento de empresas, indústrias, setor imobiliário e agricultura. Com agência, ele está ativo em mais de 50 dos 75 municípios - são 62 agências no Estado inteiro. São 968 funcionários da ativa no Banese e 464 no Banese Card.

“Nosso lucro em 2016 foi de R$ 65 milhões”, diz Mota. “Fruto de um planejamento estratégico estruturado, projetos, sinergia interna e ações direcionadas para modernizar e aprimorar nossa prestação de serviços. Tudo isso contribuirá para que o Banese continue crescente forma sustentável”, completa.

Somente no primeiro semestre deste ano, o Banco já registrou um lucro de R$ 36 milhões. Segundo dados da Revista Valor 1000, em 31 de dezembro do ano passado o ativo total do Banese correspondia a R$ 4,367 bilhões.



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