17/09/2014

Combate ao Assédio Moral
Denúncia MPT

Serviços

Usuários on-line

1 Visitante

Infonet: Greve dos bancários ainda não tem previsão para o fim

 

Greve ainda não tem previsão para o fim
A greve dos bancários entra no 13º dia e os transtornos para a população estão cada vez maiores. Caixas eletrônicos desabastecidos ou inoperantes, depósitos não contabilizados e dificuldades para o saque de benefícios estão entre as situações mais recorrentes para quem precisa se utilizar de serviços bancários.

O estudante de arquitetura Anderson Mota teve que adiar uma viagem que faria a Salvador, para uma atividade acadêmica, por não ter conseguido sacar o FGTS. “Desde o dia 25 do mês passado estou tentando retirar o dinheiro, mas não consigo fazer isto nem com o cartão cidadão. No caixa eletrônico só posso fazer saque de até R$ 1.000, não posso sacar tudo”, conta.


Já Carla Silva contabiliza prejuízos de duas greves. Ela estava sem movimentar uma conta bancária por estar sem o cartão, que teve a entrega atrasada por conta da paralisação nos Correios. “O cartão passou do prazo para chegar e eu não consegui retirá-lo no banco. Se até o fim da semana a situação não melhorar, vai ser complicado fazer pagamentos porque cada coisa tem sua data certa”, diz.


Auto-atendimento é suficiente

Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários, José Souza, apesar das reclamações, ele diz que a resposta da sociedade à greve é positiva. “A população é composta de trabalhadores pertencentes a várias categorias, por isso compreendem e respeitam a nossa luta”, diz.

O presidente do sindicato diz que auto-atendimento supre a falta de bancários
Ele ressalta que a paralisação não deixou o público sem assistência e que o auto-atendimento supre a falta da quota mínima de trabalhadores que deveriam trabalhar durante a greve. “Eu desafio qualquer banco a trocar o auto-atendimento pelos 30% sem prejudicar ainda mais a situação. O que nós garantimos às pessoas ultrapassa esse número”, garante.
 

“Nossa greve não é contra a população, tanto que o atendimento ao público e suas melhorias são uma das nossas pautas de negociação”, explica.  Ainda de acordo com Souza, não há previsão para o fim da greve, posto que as propostas apresentadas pelos banqueiros foram consideradas irrisórias.

Por Diógenes de Sousa e Glauco Vinícius

 

 
FH - 2010 © Copyright Sindicato dos Bancários de Sergipe - Todos os direitos reservados.
Av. Gonçalo Prado Rollemberg, 794/804 - Centro - Aracaju/SE - CEP: 49010-410 Fone: (79) 2107-1868
Site visitado: 5378374 vezes