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HOMENAGEM À JANE CLEIDE
Nota de Pesar e Homenagem: Ex-dirigente sindical faleceu nesta quarta (16); sepultamento ocorre hoje (17), às 16h, no Colina da Saudade
É com profundo pesar, consternação e, sobretudo, com imenso respeito à sua história que o Sindicato dos Bancários de Sergipe (SEEB/SE) e a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (FEEBASE) lamentam o falecimento da companheira Jane Cleide. Sua partida deixa uma lacuna entre aqueles que tiveram o privilégio de compartilhar sua caminhada, mas deixa também uma história marcada pela dedicação, pelo compromisso e pela disposição de lutar em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras.
A ex-dirigente sindical Jane Cleide Santos Maia faleceu nesta quarta-feira, 16 de setembro. O sepultamento ocorre nesta quinta-feira (17/09), às 16h, no Cemitério Colina da Saudade, em Aracaju.
Jane Cleide Maia ingressou no sistema bancário na década de 1980 e atuou em diversas instituições financeiras, como Banorte, Banco Bandeirantes, Caixa Geral de Depósitos, Unibanco e Itaú, onde se aposentou. Desde aquela época, manteve-se atuante nas gestões do Sindicato dos Bancários de Sergipe e da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe.
O presidente do SEEB/SE, Adilson Azevedo, em nome da FEEBASE e do SEEB/SE, envia a Nota de Solidariedade e Homenagem a Jane Cleide.
Leia abaixo a íntegra da nota. Na imagem em destaque, Adilson Azevedo aparece ao lado de Jane Cleide durante a festa de formatura de sua filha, Bruna Maia.
NOTA DE SOLIDARIEDADE E HOMENAGEM A JANE CLEIDE MAIA
É com profundo pesar, consternação e, sobretudo, com imenso respeito à sua história que o Sindicato dos Bancários de Sergipe e a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe lamentam o falecimento da companheira Jane Cleide. Sua partida deixa uma lacuna entre aqueles que tiveram o privilégio de compartilhar sua caminhada, mas deixa também uma história marcada pela dedicação, pelo compromisso e pela disposição de lutar em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras.
Jane Cleide não foi apenas uma bancária. Foi uma mulher de luta, uma companheira de jornada e uma dirigente sindical que colocou sua experiência, sua voz e sua coragem a serviço da categoria bancária. Ao longo de sua trajetória, esteve presente nos espaços de organização e representação dos trabalhadores, contribuindo para o fortalecimento da luta sindical e para a defesa dos direitos e da dignidade de seus colegas.
Sua atuação como dirigente da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe e como diretora do Sindicato dos Bancários de Sergipe revela uma trajetória de compromisso com a organização coletiva. Em cada espaço ocupado, Jane Cleide deixou sua marca, construída não apenas pelas funções que exerceu, mas principalmente pela disposição de participar, dialogar, enfrentar desafios e somar forças na defesa da categoria.
Sua história se confunde com a própria história de luta de muitos bancários e bancárias que, ao longo dos anos, enfrentaram as transformações do mundo do trabalho, a pressão do sistema financeiro e os interesses cada vez mais poderosos do capital. Nesse cenário, ser dirigente sindical exige coragem, compromisso, perseverança e, acima de tudo, a compreensão de que nenhuma conquista é individual: ela é fruto da organização e da luta coletiva.
A missão de um dirigente sindical é valiosa e desafiadora: representar, defender e lutar pelos direitos e pela dignidade de seus colegas de base. No caso dos bancários e bancárias, essa responsabilidade se torna ainda mais complexa diante dos conflitos impostos pelo capital e da força do sistema financeiro brasileiro, conduzido por grandes e poderosos interesses.
Jane Cleide cumpriu sua missão. Deu sua parcela de contribuição à categoria bancária, participou da construção coletiva e fez da militância uma expressão de compromisso com seus companheiros e companheiras. Por isso, sua passagem entre nós não será lembrada apenas pela saudade que deixa, mas também pelo legado de luta que permanece.
Hoje, diante de sua partida para um plano superior da vida, cabe-nos reconhecer, agradecer e preservar sua memória. Permanecerão entre nós suas lutas, suas contribuições, os momentos compartilhados e, sobretudo, o exemplo de uma mulher que dedicou parte de sua existência à defesa daqueles que representou.
Por ASCOM do SEEB/SE